Como você já deve saber, nosso foco aqui é transformar procrastinação e baixa autoestima em poder pessoal para nos tornarmos  mulheres realizadoras e com qualidade de vida. 

Por isso, nosso assunto no artigo de hoje é: transformação.

Vamos entender o que é de fato transformação, como funciona e vou falar um pouco sobre a minha relação com esse tema. Além disso, vou estabelecer a diferença entre transformação e mudança porque eu sei que muitas vezes esses termas acabam se confundindo e atrapalhando os nossos processos.

 

Vamos lá?!

 

O que é transformação?

Para começarmos, quero apresentar para vocês o meu conceito de transformação, ou seja, o que eu entendo que esse termo significa. Então, primeiramente vamos compreender o que é e o que não é a transformação.

Para mim, a transformação é um processo no qual você ressignifica, ou seja, reprograma as suas crenças; o seu mindset; os seus hábitos; tendo a possibilidade também de reprogramar os seus modelos mentais, emocionais, os seus padrões comportamentais e de pensamentos.

Todas essas transformações podem te ajudar a se conectar novamente com a sua frequência vibracional original. Pra ilustrar melhor, vamos pensar o processo de transformação como se desinstalássemos os programas que não nos servem mais ou que nos atrapalham e fizéssemos o download de um novo programa. Acredito que assim fica mais fácil de entender, não é?

A transformação é um atalho para que a gente possa buscar de fato essa vida realizadora e com qualidade que desejamos. Agora vamos entender o que a transformação não é.

 

Transformação x mudança

Para começarmos a entender o que não é transformação é preciso que a gente compreenda que mudança não é transformação. Como assim? Vou explicar!

Não podemos confundir transformação com mudança. A mudança não instala novos programas, não é algo efetivo e duradouro, como a transformação é. Isso porque, a partir do momento que você “instala os novos programas”, que você ressignifica as crenças, cria novos hábitos, transformando a maneira de enxergar e interpretar a vida, isso se torna algo sustentável, diferente da mudança, que é provisória, não é permanente, é algo pontual que nos ajuda a lidar com uma situação.

Um exemplo: você sofre com pressão alta. Ao tomar um medicamento você muda aquela situação momentaneamente. Mas se você não mudar seus hábitos, se não houver uma transformação, você vai tomar a medicação e vai mudar aquela condição de forma pontual, apenas durante o período que você estiver usando a medição e depois tudo voltará. Você não resolverá o problema de fato.

Quando você transforma a sua baixa autoestima em poder pessoal e utiliza-o em algo que seja alinhado com quem você é e o que você quer, você gera uma restruturação total. De corpo, de paradigma, de saúde, você transforma tudo, de forma duradoura, contínua e efetiva.

Resumindo: investir na mudança é colocar esforços em algo que não vale a pena porque a mudança por si só não tem consistência, não se sustenta. Por isso, muitas vezes você inicia algo, mas não tem os resultados desejados, porque não houve transformação e sim, apenas uma mudança.

Como falei anteriormente, a transformação é um atalho. Agora vamos falar um pouco sobre como ela funciona.

 

Como funciona a transformação

A transformação é um atalho porque quando começamos a nos confrontar com aquilo que estamos vivendo, mas que não desejamos, temos o impulso de agir. Queremos entender o que está acontecendo e fazer alguma coisa a respeito. E às vezes, nesse impulso, acabamos tomando caminhos que em tese poderiam nos levar para onde queremos chegar.

Mas, muitas vezes, esses caminhos levam apenas para mudanças e não para transformações. A mudança parece ser mais rápida, mas no fim, não vale a pena porque não vai gerar para você a condição de continuar vivendo aquilo a longo prazo.

De fato, ao escolher viver a transformação, o impacto gerado numa área irá afetar positivamente todas as outras áreas da vida, gerando um efeito em casacata e alcançando até coisas que você nem imagina que precisavam ou poderiam ser melhoradas.  Por isso, no fundo, por mais que a transformação pareça desafiadora, ela acaba sendo um atalho para viver aquilo que de fato queremos, em especial porque no processo de transformação acabamos também por abreviar outros processos que estavam ali meio camuflados, na zona de conforto. 

 

Um pouco da minha história

Vou me usar como exemplo. Quem me acompanha há um tempo já deve saber um pouco dessa história. Eu vim de uma família humilde e sou muito grata por ter vindo ao mundo nesse seio familiar. Foi nessa família que vivi as minhas maiores demonstração de amor e os maiores desafios, assim como acontece na maioria das famílias.

Apesar das escassas condições financeiras, minha família prezava pela boa educação e eu tive a oportunidade de estudar no melhor colégio da cidade, como bolsista. Esse fato me fez estudar na melhor escola da minha vida, mas também tive que lidar com os contrastes sociais que por vezes se apresentavam de forma bastante complicada.

Em meio a esse cenário, eu passei por duas violências sexuais na infância, aos 8 e aos 12. E isso, obviamente, me deixou marcas muito profundas e diversos bloqueios emocionais que me acompanharam por boa parte da minha vida.

Mas em determinado momento eu decidi que eu precisava mudar. Nesse processo de buscar pela mudança optei pelos caminhos mais óbvios e fáceis. Mas, como já expliquei aqui, quando eu finalizava esses processos de mudança, logo me via com os mesmos problemas novamente.

Só quando eu comecei o meu processo de transformação é que eu pude gerar de fato um salto quântico na minha vida. Antes, quando buscava apenas a mudança, o alívio imediato, eu vivia repetindo ciclos. Você também se vê repetindo ciclos? Se a resposta for sim, então está na hora de investir em transformação!

E o meu processo de transformação foi profundo e em alguns momentos muito doloridos, mas nem consigo comparar, por exemplo, a longa espera que vivenciei investindo em pequenas mudanças com a rapidez e intensidade do processo de transformação que mudou completamente minha maneira de me ver, de me posicionar no mundo, de agir, de pensar e até de sentir. 

Isso, claro, porque nesse processo eu investi em novos “programas”. Ressignifiquei  crenças, construí novos modelos mentais e emocionais, transmutei bloqueios e traumas emocionais, eu realmente me permitir viver uma cura completa e essa profunda reconexão com a minha verdadeira natureza e essência feminina. 

Se você me perguntasse se eu faria isso novamente, eu te digo que não só faria, como continuo no processo de transformação. Isso porque o impacto inicial é revolucionário, mas, ao longo do caminho, vamos encontrando pequenos pontos de melhoria que também devem ser trabalhados para que consigamos sustentar os resultados obtidos e fortalecer a trajetória de mulheres inspiradoras com qualidade de vida. 

O grande ponto aqui é o quanto você está verdadeiramente disposta a viver isso na sua vida. Já parou para pensar nisso?

 

Vamos gerar transformações verdadeiras

Como você deve saber, hoje continuo observando os frutos desse processo de transformação na minha vida e sou muito grata por poder ajudar outras mulheres a também passar por esse processo. Isso porque, ter uma orientação, um acompanhamento, faz o processo de transformação ser muito mais fácil e rápido. Ter uma pessoa ao seu lado que mostre os caminhos e os métodos necessários é fundamental. 

 

Vamos juntas para que você e o mundo conheçam o seu melhor?! 

 

Com carinho,

 

Kelly Coimbra

Deixe seu comentário.

Comentar

Comments are closed.