Eu posso imaginar o que você, todas as suas amigas, colegas de trabalho ou parentes acreditam saber:  o tempo é indomável! Um dia de 36 horas parece pouco para a quantidade de coisas que precisamos fazer diariamente! O universo feminino é um emaranhado de papéis, atividades e responsabilidades e a sensação é essa mesmo: nunca vou conseguir gerenciar o tempo e dar atenção a tudo o que é preciso.

Nós poderíamos admitir que isso é verdade, já que as crenças de cada indivíduo é que determinam suas decisões e comportamentos. Mas, sendo bem honesta, essa não é a verdade. Apesar de ser comum o fato de a maioria das pessoas não conseguir gerenciar bem o seu tempo isso não significa que seja normal.

 

No artigo de hoje vamos falar sobre tudo isso:

–  Gerenciar tempo é gerenciar vida.

–  O uso do tempo está alinhado com as escolhas do que entendemos como prioridade.

–  47% das mulheres acreditam que tempo livre é luxo (Síndrome da ocupação?).

– 7 erros brutais que te impedem de ser uma advogada produtiva.

– 3 dicas para ser mais produtiva.

 

Gerenciar tempo é gerenciar vida!

 

Boa parte das mulheres advogadas que eu conheço busca, de alguma forma, administrar melhor o seu tempo. Elas entendem que deveriam se organizar melhor, que poderiam produzir mais e já estão, na verdade, cansadas de ter dias desgastantes e nada produtivos.

 

Não vou desmerecer aqui os desafios da profissão e muito menos o fato de que estamos falando de mulheres, porém é preciso esclarecer uma coisa de suma importância: todos os dias estamos perdendo um dia de vida! Todos os dias, quer você queira, quer não, você tem um dia de vida a menos!

 

Estar presente a esse fato nos remete a outra ideia de igual importância: Gerenciar tempo é gerenciar vida! Não adianta focar em estratégias e técnicas de administração do tempo ou em ser a pessoa mais organizada da face da terra. Organização ajuda no uso do tempo, claro, mas não é sinônimo de produtividade. Que o diga pessoas extremamente organizadas que se sentem frustradas por não produzirem o quanto poderiam (ou gostariam!). Por outro lado, conhecer estratégias e técnicas de administração do tempo não vão surtir o efeito desejado se não estiverem alinhadas ao gerenciamento da sua vida, de maneira geral.

 

Você precisa parar para refletir e entender de uma vez por todas, que não administra o seu tempo só no campo profissional. Pelo contrário, todas, eu disse todas as atividades do seu cotidiano sejam elas em que área da vida for, exigem o uso do seu tempo.

 

Em última análise, gerenciamento do tempo exige sabedoria. Porque gerenciar vida exige sabedoria! A sabedoria de entender e reconhecer que somos seres sistêmicos e que, portanto, se buscamos uma vida plena, feliz e produtiva, se buscamos a realização pessoal e profissional, precisamos dedicar tempo e atenção a cada uma das áreas da nossa vida.  De que adianta ter sucesso financeiro se você não tem tempo para fazer uma atividade física e está com a saúde debilitada?

 

O uso do tempo está alinhado com as escolhas do que entendemos como prioridade

 

É bem comum ouvir das mulheres: “eu não faço academia porque não tenho tempo”, “eu gostaria de fazer aquele curso sobre administração financeira, mas não tenho tempo”,  “seria ótimo encontrar as meninas, mas preciso trabalhar, não tenho tempo”.  Se você se identificou com isso, não se preocupe, algumas dessas frases eu já utilizei também e não se admire se eu te disse que boa parte das mulheres advogadas replicam esse tipo de justificativa para não fazer aquilo que já sabem que deveriam fazer! Ufa!

 

O que está por trás disso? Em primeiro lugar é não ter consciência de que mesmo quando “não escolhe” não ter tempo para isso ou aquilo, está na verdade, elegendo inconscientemente como usar o seu tempo. Em segundo lugar, quando diz “não tenho tempo”, você está na verdade, definindo o que é prioridade para você naquele momento da sua vida.

 

Explico: quando você diz “não tenho tempo para cuidar da minha alimentação”, você está consciente ou inconscientemente dizendo a si mesma que essa não é uma prioridade para você naquele momento (e pode não ser nunca!). Você pode me dizer, “mas, Kelly, eu sei que é importante cuidar da alimentação. Eu até vejo na internet algumas coisas sobre isso!”

 

E eu acredito em você, porém eu preciso te dizer, saber e conhecer não é o mesmo que fazer! Você age quando usa o seu tempo. E se você não está dedicando tempo para cuidar da sua alimentação, da academia, da organização do escritório ou da casa, para falar com seus amigos ou familiares, é porque na sua lista de prioridades para o momento esses itens estão lá no final, ou seja, você vai fazer “se der tempo”.

 

Experimente dizer para si mesma, em voz alta: “cuidar das minhas finanças não é importante para mim”. Se você é como a maioria das pessoas, deve ter se incomodado em dizer isso, porque de fato, em algum lugar da sua mente, você sabe que é isso importante.

 

Que tal rever a forma como você tem usado seu tempo e priorizar aquilo que de fato é importante para você?

 

 

47% das mulheres acreditam que tempo livre é luxo

 

No livre “Você, dona do seu tempo”, do expert em administração do tempo Christian Barbosa, consta o resultado de uma pesquisa feita só com mulheres e dentre vários dados interessantes, para não dizer espantosos, sobressai esse: 47% das mulheres acreditam que tempo  livre é luxo.

 

 

Wow! Isso remete à ideia de que as mulheres estão assoberbadas e, de fato, isso é verdade em parte. Porém, algo que precisamos nos atentar é para a “síndrome da ocupação”. Grande parte das mulheres vive “ocupada demais”, sempre tem um sem número de atividades para fazer e nunca tempo para nada por conta disso. Enchem os seus dias com tantas atividades que mal sobra tempo para fazer aquilo que é de fato importante, que dirá para ter tempo livre!

 

Nesse ponto eu gosto de uma poderosa frase reflexiva atribuída a Sócrates: “Tome cuidado com o vazio de uma vida ocupada demais” . Pessoas ocupadas demais não tem tempo para viver! Menos ainda para produzir. Em geral ocupamos nosso dia com atividades dita rotineiras, ou seja, aquelas atividades que precisamos fazer de qualquer jeito, mas que não estão necessariamente nos conduzindo à realização dos nossos sonhos, à realização de uma vida plena.

 

Ocupação, definitivamente, não é sinônimo de produtividade. É importante distribuir ao longo do dia atividades rotineiras e atividades de produção, estas últimas entendidas como aquelas que conduzem à realização dos sonhos, dos objetivos pessoais ou profissionais desejados.

 

7 erros brutais que te impedem de ser uma advogada produtiva

 

É óbvio que não são apenas os 7 erros abaixo que te impedem de ser uma advogada produtiva, mas, sem sombra de dúvida, eles estão no topo da lista dos ladrões de tempo e de sonhos.

 

1. Ser multitarefa

Toda mulher se gaba por ser multitarefa. É uma capacidade que nós mulheres temos, em regra, mais desenvolvidas que os homens e que, por óbvio, tem suas vantagens. Uma mãe, por exemplo, desenvolve a habilidade de dar atenção ao seu bebê enquanto desempenha outras atividades de cuidado com os outros filhos. Porém, se o seu objetivo é ser realmente uma advogada produtiva, convém parar para pensar seriamente na possibilidade de ser monotarefa.

 

Se não é possível fazer isso em todas as áreas da vida por enquanto, escolha as áreas em que você teria mais resultado agindo assim. Há pesquisas demonstrando que pessoas monotarefas são 30% mais produtivas que as multitarefas, além disso, o resultado da tarefa feita com total atenção é por vezes mais apurado do que aquela feita de maneira compartilhada.

 

Em outras palavras, seria possível traduzir isso como “o poder da presença”. Estar presente, no modo atenção plena, enquanto faz uma determinada atividade te conduz a focar realmente no que interessa e contribui para reduzir o estresse, a tensão, a ansiedade, além de trazer um resultado mais otimizado. Uma tarefa bem feita não necessita ser refeita!

 

2. Permitir interrupções a todo momento

 

A maioria das advogadas não estabelece uma rotina diária que contemple um momento para se dedicar exclusivamente à criação ou às tarefas de maior complexidade. Sim, em sua grande maioria, as atividades de uma advogada requerem um esforço criativo, seja na elaboração de petições, pareceres, estratégias ou linhas de argumentação, entre outras atividades.

 

O grande dificultador desse erro – permitir interrupções – é que ele mina o processo criativo, tira a atenção e o foco daquilo que é realmente importante. Agora, me diga você, quantas vezes já se viu em apuros para retomar a linha de raciocínio de uma atividade importante depois de  ser interrompida no auge da criatividade?

 

Além disso, em sua grande maioria, as interrupções poderiam aguardar um momento posterior para serem feitas. Quase nunca é urgente o bastante para justificar a interrupção naquele momento, porém, desastrosas o suficiente para reduzir o nosso potencial produtivo e o uso inteligente do tempo.

 

3. Não ter uma rotina diária estabelecida

 

Como eu mencionei no tópico anterior, não é comum que as pessoas tenham uma rotina diária de coisas a fazer. Porém, quando você se organiza de modo a distribuir suas atividades rotineiras, contemplando todos os pilares da vida ao longo da semana, não só a produtividade aumenta como também a sensação de estar usando o tempo da maneira correta.

 

Quando você já sabe com antecedência que segunda, quarta e sexta pela às 7h da manhã tem um período dedicado à academia, ou que na quinta é dia de jantar com o companheiro e na quarta é dia de almoçar com os pais, fica muito mais fácil trabalhar sua agenda de forma a contemplar todas (ou quase todas) as atividades que você gostaria de fazer ao longo daquela semana.

 

Urgências devem ser tratadas como urgências! O que não pode acontecer é que tudo seja tratado como urgência e, se não há o mínimo de organização, se não há uma rotina diária estabelecida, tudo acaba entrando na classificação de urgente e importante, ou seja, definitivamente o caos.

 

4. Não usar a parte da manhã para fazer as tarefas mais complicadas

 

A tendência da maior parte das pessoas é “empurrar” as tarefas mais difíceis ou complicadas para fazer aos 45’ do segundo tempo. O grande problema disso é que enquanto você não se livra desse tormento, ele fica aí na sua cabeça atormentando seus pensamentos, roubando sua energia (pensar gasta energia) e desviando sua atenção de outras coisas importantes.

 

Assim, mostra-se no mínimo inteligente usar o período da manhã, no qual em tese você está mais tranquila e descansada para fazer esse tipo de atividade, para fazer, por exemplo,  aquela bendita apelação. Obviamente se o período de maior proveito não é a manhã, você pode ajustar o seu dia de modo a levar essas atividades mais complexas a serem feitas nesse período, de preferência, sem interrupções.

 

O que importa é que você crie uma rotina de usar o seu melhor momento do dia para fazer as atividades mais complexas e assim produzir mais, otimizando o uso do seu tempo.

 

5. Priorizar o trabalho deixando de lado as outras áreas da vida

 

Pode parecer estranho, mas não é raro encontrar pessoas que priorizam o trabalho em detrimento de outras áreas da vida. São os ditos workaholic ou, melhor dizendo,  viciados em trabalho. Acredite-me, eu já fui dessas! Infelizmente, é duro admitir, mas eu já fui dessas!

 

Durante um bom tempo da minha vida eu julguei erroneamente que se eu me jogasse no trabalho, sacrificando as demais áreas da minha vida, que eu seria mais feliz, teria melhores resultados, ganharia mais dinheiro, etc, etc. Como para qualquer pessoa, pode até ser que alguma dessas coisas aconteça num momento ou outro, todavia, são resultados que não se sustentam com o tempo, dado o prejuízo que será observado nas outras áreas da vida.

 

Não por acaso, workalics  podem ganhar dinheiro, fama e até poder, mas, em boa parte das histórias de vida dessas pessoas, existe um lado pessoal arrasado. Relacionamentos que não funcionam, saúde arruinada, distância da família ou dos filhos e isso só para começar.

 

Considerando que somos seres sistêmicos, é importante que destinemos tempo e importância a todas as áreas da nossa vida, só assim é possível manter o seu nível de produtividade elevado e isso porque acima de tudo, faz sentido viver essa a vida.

 

6. Ser escrava das redes sociais

 

Que a internet e as redes sociais vieram contribuir positivamente para esse estilo de vida agitado que temos não há dúvidas. Porém, aquilo que era para ser somente benéfico, passou a se traduzir em escravidão. Nos tornamos escravas da tecnologia, da internet e, principalmente, das redes sociais.

 

Numa roda de conversa entre amigas, é comum a maioria ter o celular sobre a mesa e interromper a conversa a todo momento porque “bipou” alguma mensagem. É  Facebook, Twitter, Whatsapp, Instagram só para falar do básico.  As pessoas não tempo de qualidade umas com as outras, com os  filhos, com o companheiro, com os pais, simplesmente porque o bendito celular e as redes sociais do momento exigem atenção praticamente imediata no momento em que disparam seu sinal.

 

No fundo, se você não tem controle de como usa a internet e as redes sociais, torna-se praticamente impossível fazer uma gestão inteligente do seu tempo. Ou você determina em que momentos irá acessar a tais canais ou permanece escrava desses instrumentos que deveriam te ajudar ao invés de atrapalhar.

 

7. Não trabalhar sua autoestima

 

Achou estranho mencionar isso como um dos principais erros que atrapalham a sua produtividade? Pois é, nos últimos tempos eu tenho estudado bastante sobre desenvolvimento pessoal e também vivenciado uma jornada intensa de autoconhecimento. Junto com isso eu tenho observado também o padrão de crenças, pensamentos e comportamentos das minhas coachees, em sua maioria advogadas, e não me admira que a baixa autoestima seja praticamente a responsável pela maioria dos problemas então vivenciados.

 

A baixa autoestima faz você sabotar seu próprio crescimento! Na falta de amor próprio, alimentamos sentimentos de não merecimento, de (auto) rejeição, de medo ou de incapacidade.  Creio que agora está claro porque a baixa autoestima é um veneno para a sua produtividade não é?

 

Recentemente eu vi uma frase que exemplifica bem essa ideia:  “Enquanto não valorizar a si mesma, não darás valor ao seu tempo! E enquanto não valorizar o seu tempo, não farás nada com ele!” (M. Scott Peck)

 

 

3 dicas para ser mais produtiva

 

1.Faça uso da tecnologia.

Se é para fazer uso da tecnologia e da internet, que seja a seu favor! A oferta de aplicativos ou softwares para a organização do tempo e gestão de equipes é enorme. No youtube é possível encontrar vários tutoriais de praticamente todos os aplicativos existentes, facilitando a melhor escolha e a adequação ao seu estilo de vida, aos seus projetos e objetivos.

 

Eu já fiz uso de alguns deles e posso citar o  OneNote, o Google Keep, o Todoist, o Evernote, esse último é o que uso há algum tempo por sua simplicidade e também pela possibilidade de conciliar num único lugar projetos, catálogo de tarefas rotineiras, indicação das atividades prioritárias, tanto da vida pessoal quanto profissional

 

2.Tenha uma postura mental positiva

 

Bons sentimentos são uma das maiores vantagens competitivas que você pode ter.” A hedônica, que é a ciência da felicidade, comprova isso.

 

Pessoas gratas são felizes e produzem emoções positivas, o que as protege de sentimentos negativos (inveja, ressentimento, ganância e depressão). Pessoas gratas e felizes são mais capazes de lidar com mais eficácia com o estresse diário, são mais resilientes, recuperam-se mais rápido de doenças físicas e se relacionam 2 a 4 vezes melhor com o próximo.

 

E não sou eu quem está afirmando isso, embora eu possa testemunhar isso na prática! Se você tiver curiosidade sobre o tema, recomendo a leitura dos livros “Agradeça e Seja Feliz” e também do “O jeito Harvard de ser feliz”, que reúnem várias pesquisas científicas realizadas ao redor do mundo tratando sobre o tema.

Seja feliz e seja mais produtiva!

 

3. Seja monotarefa

Significa dizer, mantenha o foco!  Lembre-se que uma pessoa monotarefa é 30% mais produtiva que as outras.

 

Enquanto estiver desenvolvendo alguma atividade, fazendo uma determinada tarefa dê atenção total a isso, exercite o poder da presença. Você pode até fazer várias coisas paralelamente, mas nunca ao mesmo tempo.

 

Você quer realmente  ser mais produtiva? Então,  lembre-se de manter o foco, a atenção plena naquilo que você está fazendo no momento, seja lá o que for.

 

Se você gostou do artigo, deixe sua opinião nos comentários. Todo feedback recebido auxilia minha tarefa de trazer um conteúdo adequado ao que você precisa, ao que gostaria de ver. Claro, isso também otimiza meu tempo, que prezo pela produtividade, não faz sentido falar sobre algo que não interessa a você, não é verdade? Então, de coração, eu conto com a sua colaboração. J

 

E, se fez sentido para você, compartilhe!  Eu acredito no poder de todos nós (uma frase do Gerônimo Theml, com quem, inclusive, aprendi muito sobre produtividade) e quando as pessoas ao nosso redor crescem junto conosco, nós estamos, de fato, a construir um mundo melhor.

 

 

Kelly Coimbra

Kelly Coimbra é advogada, empresária, consultora e transformational coach.

Possui 19 anos de experiência na área jurídica, tendo exercido cargos de liderança no 1o, 2o e 3o setor, com destaque para atuação como advogada e consultora jurídica de vários organismos internacionais e órgãos de relevância do Governo Federal.

Durante 5 anos teve seu próprio escritório de advocacia, no último como sócia proprietária do Coimbra e Maciel Sociedade de Advogados trabalhou nas diversas áreas do direito, notadamente em Direito Civil, Processual Civil, Administrativo e Constitucional tanto em âmbito administrativo (assessoria) quanto judicial, primeira instância e Tribunais, com atuação ativa em audiências e suporte consultivo aos clientes.

Foi servidora do Poder Judiciário de Goiás e, posteriormente trabalhou 10 anos como consultora jurídica especializada na Organização das Nações Unidas, mais especificamente na UNESCO, no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e também foi consultora jurídica da Organização de Estados Iberoamericanos – OEI, em projetos voltados à área de educação.

Possui 12 anos de experiência no Governo Federal, desempenhados no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) quando atuou como assessora da procuradora-chefe na análise de processos judiciais e administrativos, com elaboração de normativos regulamentares internos, no âmbito da Administração Pública.

Na diretoria financeira do FNDE atuou como líder e gestora de uma equipe de mais de 50 pessoas, assumindo sob sua responsabilidade mais de 30 mil processos para análise de prestação de contas de convênios, possuindo experiência com gestão pública, gestão administrativa e pessoal, supervisão de equipe, multiplicadora e facilitadora de discussões. Dentro da mesma diretoria financeira esteve na liderança de uma equipe de mais de 20 advogados responsáveis pela análise e fornecimento de subsídios em ações judiciais envolvendo o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).

Transformational Coach, Master em PNL, Hipnoterapeuta possui 4 e-books lançados: Como estabelecer metas e objetivos neurologicamente corretos – O Guia Definitivo; Descubra o segredo por trás da inteligência emociona; 7 passos para terminar o ano do jeito que você gostaria e Cansada de não atingir seus objetivos? Conheça os 10 princípios das metas poderosas e leve sua vida para outro nível.

Já realizou treinamentos e programas de desenvolvimento pessoal para mais de 200 mulheres, impactando não somente advogadas, mas empresárias, servidoras públicas e profissionais liberais, tendo palestrado na OAB-DF, Secretaria Municipal de Educação de Cristalina-GO, Casa Flor, FNDE,
Paralelamente, desenvolve o projeto social de empoderamento feminino: Projeto FloreSER.

Mestranda em Direito Empresarial com ênfase em Mediação, Negociação e Resolução de Conflitos, especialista em Direito Público, especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil, auxilia mulheres advogadas a desenvolver alta performance e realizar objetivos, resgatando seu poder pessoal por meio do desenvolvimento da inteligência emocional.

Membro da Comissão da Mulher Advogada e da Comissão de Mediação da OAB/DF.

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